Para dar continuidade a esta série de artigos, irei falar de um dos géneros mais conhecidos dos videojogos, que curiosamente nasceu de ideias vindas dos jogos de tabuleiro.
CLAIR OBSCUR: EXPEDITION 33 – ANÁLISE
Clair Obscur: Expedition 33 destaca-se pelo seu sistema de combate por turnos dinâmico e por uma atmosfera melancólica e misteriosa que nos prende do início ao fim.
LIBERDADE NOS VIDEOJOGOS: A SÁTIRA DE THE STANLEY PARABLE
Durante anos, a indústria dos videojogos fez-nos acreditar que tínhamos total liberdade: mundos abertos, decisões e finais alternativos.
The Stanley Parable explora e satiriza essa falsa sensação de liberdade.
DREDGE – ANÁLISE
Dredge combina pesca, exploração e gestão num mar envolto em mistério, onde cada viagem transforma a tranquilidade numa tensão constante.
DEATH STRANDING: UM JOGO SUBESTIMADO
Death Stranding é uma experiência única que divide opiniões, um jogo subestimado que vai muito além das primeiras impressões.
EDIÇÃO DE COLECIONADOR – STARDEW VALLEY
Stardew Valley foi inicialmente lançado para Windows a 26 de fevereiro de 2016 e rapidamente se tornou um dos maiores sucessos da indústria independente.
ROTINA: UMA LIÇÃO DE STARDEW VALLEY
Aparentemente simples, Stardew Valley lembrou-me a importância da rotina, consistência e equilíbrio.
OS GÉNEROS DOS VIDEOJOGOS: METROIDVANIA
Neste primeiro artigo, vamos explorar um dos géneros mais influentes da atualidade: o metroidvania.
ORI AND THE BLIND FOREST – ANÁLISE
Ori and the Blind Forest é um metroidvania que combina uma direção artística deslumbrante com uma banda sonora orquestral memorável, criando uma aventura emocionante do início ao fim.
NARRATIVAS SILENCIOSAS – INSIDE
Em INSIDE, cada cenário e cada detalhe constroem uma narrativa inquietante.










